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Participe e dê o seu depoimento – Fala Brasil! 100% Cultura quer circular

Mais Depoimentos:

 

Daniel Soares - Ft Div/arq pessoal

Daniel Soares – Ft Div/arq pessoal

Daniel Soares 

    A Rosane me convidou a escrever no Fala Brasil acho que em 2002. Mesmo sem ainda conhecer direito do que se tratava, aceitei de pronto. Ganhei uma página inteira para escrever o que quisesse sobre Música, minha seara. Tem sido assim desde então, com total liberdade. A luta por uma cidade mais conectada com sua cultura encontra mais entraves do que se imagina, mas é uma luta em que os vencidos não sãos os guerreiros mas, no caso, a cidade. O conformismo é o caminho mais fácil, mas não o mais digno.

 

Graça Garcia (sentada) -  na foto com Ademilde Fonseca (In memorian) Ft Arq. pessoal da Graça

Graça Garcia (sentada) – na foto com Ademilde Fonseca (In memorian) Ft Arq. pessoal da Graça

Graça Garcia

AMIGOS E AMIGAS QUE AQUI ESTÃO, AJUDEM-NOS DIVULGANDO A SEUS PRECIOSOS CONTATOS QUE PODEM FAZER TODA A DIFERENÇA E SALVAR ESTE NOSSO GRANDE JORNAL CULTURAL. CADA DEPOIMENTO POSTADO É MAIS UM ELO DESTA CAMPANHA E NOS EMOCIONA. LI A TODOS E FAÇO DE CADA UM DELES, UM PEDAÇO DO TODO EM MINHA MENTE E CORAÇÃO. CONCORDO COM CADA PALAVRA QUE SAI TAMBÉM DO CORAÇÃO, DE QUEM CONHECE E VALORIZA NOSSOS AMIGOS QUE ALI LABUTAM PELA ARTE, COM TANTO AFINCO E DEDICAÇÃO. VAMOS PARA AS RUAS, SE PRECISO FOR. DERAM-ME VALOR COMO ARTISTA, COMO COLABORADORA, TRANSFORMARAM-ME NESTA AGITADORA CULTURAL E LHES SOU MUITO GRATA POR TUDO ISSO. VAMOS NOS MOBILIZAR PRÁ VALER, POIS DEPOIS NÃO VAI ADIANTAR LASTIMAR. CONTO COM SEUS VALOROSOS ENVIOS!!! BJS

 

Maria Inês e seus lindos chapéus arte -- ft Eloisa Strehlau

Maria Inês e seus lindos chapéus arte — ft Eloisa Strehlau

Maria Ines Teixeira

Vamos divulgar o Fala Brasil Cultura, precisamos deste jornal circulando…contribuam, opinem…quem sabe encontraremos patrocinadores e interessados em usar espaços de publicidade que o jornal tem disponível.

 

Renato Vello - Evento do Fala Brasil! no Rua da Praia Shopping - Ft Rosane Scherer

Renato Vello – Evento do Fala Brasil! no Rua da Praia Shopping – Ft Rosane Scherer

Renato Zingano Velho

Amigos artistas e apreciadores da arte feita em nossas plagas !

Contribuam enviando vossos depoimentos e compartilhando esse post!
é muito importante, para quem ñ conhece o Fala Brasil, aconselho a fazê-lo, pois é um autêntico veiculo de informação, registro e divulgação de nossa cultura contemporânea.

 

Jottagá - Banda Fróide Explica - evento do Fala Brasil! No Opinião  - Ft Marcelo Martins

Jottagá – Banda Fróide Explica – evento do Fala Brasil! No Opinião – Ft Marcelo Martins

Jottagá Souza Gomes 

o    Fala Brasil, tenho na memória, na minha história ao longo de mais de três décadas, de apaixonados trabalhos na cultura de Porto Alegre e do RS, dezenas de fatos que foram noticiados, valorizados, tiveram a atenção e o zêlo do pessoal do Fala Brasil, e forma muitas as aventuras e venturas..Sim a vida sempre apresenta momentos de desenvolvimento e outros de expectativas, dúvidas, em muitas outras temos que recuar, acalentar nosso sonho, revigorar as forças, acalmar e retomar o caminho. Pois nosso trabalho não é um modismo, um brinquedo de ocasião, é nossa opção de vida, poderia ser Engenharia, Medicina, Contabilidade, mas não, nossa alma é artista e arteira, nosso jeito desengonçado, ora triste outra engraçado, é por si só original, então amigos, todos, temos tantas necessidades urgentes, e quem sabe criemos algum jeito, projeto, burburinho para dar uma força para quem ao longo de muitos anos, nos ajudou com suas fotinhos, tijolinhos, entrevistas e tantas ações conjuntas pela nossa tão equecida cultura local, Fala Brasil, por favor não se Cale, no que algum dos meus fazeres puder ajudar, lá estarei…valeu – Jottagá Souza Gomes & Fróide Explica!

 

Renato Del Campão - Ft Div. Arq. do artissta

Renato Del Campão – Ft Div. Arq. do artissta

RENATO DEL CAMPÃO 

Incompreensível um jornal que tanto divulgou nossa arte, desprezado. Muito importante sua circulação! Vamos revitalizar tudo e que os apoiadores surjam!

 

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Fala, Brasil! Debatendo a Cultura …

Continuam os depoimentos – debatendo a Cultura…

S.O.S Fala Brasil! 100% Cultura

 

universo pelos sons - unimusica 2010 chaleirinha no som - Ft Arq. Artista

universo pelos sons – unimusica 2010 chaleirinha no som – Ft Arq. Artista

Giovanni Berti Perc

Olá queridos amigos do Fala Brasil .. sugestão .. Vamos gravar um video e postar no face com depoimentos da classe artistica .. simpatizantes afins etc todo mundo !! Sou parceiraço abrazzz

 

Elisa, Rosane Furtado e Zé Caradípia - Ft Ricardo Stricher

Elisa, Rosane Furtado e Zé Caradípia – Ft Ricardo Stricher

Rosane Furtado

Esta inércia está marcada em todos os sentidos. Deixamos um Jornal importante para cultura deixar de ser publicado, as rádios tomadas pelas músicas pasteurizadas, as políticas culturais (em todas as instancias do governo) confundidas com o fazer de “eventos” comerciais e nos calamos. Não nos rebelamos, não nos manifestamos e não tomamos nenhuma providência. 

Quanto a Rosane Scherer do Fala Brasil Cultura entendo que ela cansou…
Juarez Fonseca é daqueles jornalistas incansáveis na luta do fazer cultural, sem medo de avaliar e dizer a que veio neste mundo das artes.
A dor é profunda, mas ainda não foi capaz de provocar uma “explosão”…
A arte está pacata e morna porque parece que todos só querem olhar, escutar e falar o que temos certeza que será aprovado. E estas são as leis do “mercado”, não é Juarez?

 

 

Luih Rocha  - Foto: Marcio Ficher

Luih Rocha – Foto: Marcio Ficher


Luih Rocha

Rio de Janeiro ·

 “Sou Profundo Amante da Cultura Brasileira”. 

Amo a cultura brasileira, nações como a Europa são preocupadas com a arquitetura das suas cidades, com a supremacia intelectual do seu povo, buscam o desenvolvendo tecnológico a todo momento, a qualquer custo, brigam para estarem no topo do poder. O brasileiro descobriu que é muito mais fácil trabalhar em favor da grande massa, transformando o país no mais alegre do planeta, solução. Basta manter o povo pobre, o segundo passo é: subir o volume do som por ruas e avenidas, as chamadas (manifestações cultural para massa), a Bahia descobriu a fórmula talvez mais cedo, a multidão se espremem, entre cordas e cacetes, aplaudem a tudo e a todo artista de quinta, com suas músicas que não melhoram em nada o intelecto do povo, por isso o nome (manifestações cultural para massa), no Rio de Janeiro, a mídia evidencia as favelas, dão holofotes aos que sempre foram massacrados pela minoria ladra brasileira, a mesma que priva o dito povão da grande arte, do direito de ter o bom da cultura, a mídia descobriu que apenas uma das favelas do Rio de Janeiro, Rocinha, (maior favela do Brasil), pode dar muitíssimo IBOPE, ou seja, vamos manipular o povo, fazendo com que a massa vislumbre uma possibilidade de melhoria. (Os poderosos estão tentando mudar as coisas, estão dividindo o pão), novela para enganar idiota. Não é que enganar mesmo! Somos todos serviçais de uma cultura enlatada, a qual limita, a qual emburrece, cabe ao povo entregar tudo a Deus, sendo bom cristão não há deus que possa reclamar. Seguimos orgulhosos por sermos uma nação campeã na exportação de grãos, sendo bastante claro, o velho arroz e feijão, nada além de uma cultura primaria, coisa de índio subdesenvolvido, coisa de terceira, país de quinta, nada além de um retrocesso folclórico, tudo que é tipicamente nacional é motivo de grande orgulho, a injustiça social é o grande marco dessa triste história carnavalesca.

Luih Rocha…

 

 

De seu Facebook - Ivan Busic
De seu Facebook – Ivan Busic
Ivan Busic
Revoltante

empresas gigantes teimam em suas publicidades e markentings anti cultura.

Usam mesmo a falta de informação e ingenuidade do povo para jogar lixo na cara e nos ouvidos de todos

Usando Os Funks cariocas , Leke Lekes , sertanejos descartáveis , pagodes descartaveis, e Latino´s para divulgar seus produtos.

Falta de bom senso ou melhor , de bom gosto mesmo.

Saudades de ouvir MPB, Rock, Samba de verdade e sertanejo de verdade entre outras coisas lindas que existem .

Gosto não se discute ? triste realidade.

Tantos artistas, Atores e Musicos bons sem mídia alguma e esses absurdos continuam invadindo nosso dia a dia pela TV , Radio e internet.

Acorda Brasil!!!

Até quando vamos nivelar por baixo?

As empresas que criam essas campanhas realmente precisavam reciclar as ideias ou melhor , serem reciclados .

Que Deus abençoe a arte.

 

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Jornal quer circular – S.O.S Fala Brasil! … Mais e mais depoimentos chegando…

Mais depoimentos chegando: Por favor leia o texto com nossa opinião, abaixo das mensagens… e nos ajudem a divulgar e compartilhar… Envie o seu depoimento para que possamos publicar… 100% Cultura

GEDSC DIGITAL CAMERAArte:  Marcos Porto

Giovanni Berti Perc

Olá queridos amigos do Fala Brasil .. sugestão .. Vamos gravar um video e postar no face com depoimentos da classe artistica .. simpatizantes afins etc todo mundo !! Sou parceiraço abrazzz

  • A Rosane me convidou a escrever no Fala Brasil acho que em 2002. Mesmo sem ainda conhecer direito do que se tratava, aceitei de pronto. Ganhei uma página inteira para escrever o que quisesse sobre Música, minha seara. Tem sido assim desde então, com total liberdade. A luta por uma cidade mais conectada com sua cultura encontra mais entraves do que se imagina, mas é uma luta em que os vencidos não sãos os guerreiros mas, no caso, a cidade. O conformismo é o caminho mais fácil, mas não o mais digno.
FALA, RIO GRANDE DO SUL!
@ Mesmo que digamos o contrário, nós gaúchos não gostamos de cultura. Ou só gostamos de um tipo de cultura. A Aplauso, mais competente e abrangente revista cultural já feita no RGS, depois de DEZ anos de circulação veio morrendo a míngua até expirar um ano atrás, Não se ouviu uma única voz lamentando o passamento. Nem das autoridades da área, como os secretários Assis Brasil (tantas vezes destacado na revista) e Sergius Gonzaga. Tampouco se ouviu uma única voz dos músicos, escritores, cineastas, atores, artistas plásticos etc, que tantas vezes foram destacados na Aplauso, sobre o fechamento da revista. Depois reclamam da “falta de espaços”. Fiquei de cara com a silenciosa “receptividade” ao fim da Aplauso.
Agora, o jornal Fala Brasil, com tantos anos dedicados a acompanhar nossa movimentação cultural, está morrendo à míngua sem que nenhuma autoridade cultural lance pelo menos um olhar de ajuda sobre esse fenecimento. As manifestações culturais porto-alegrenses em particular, e rio-grandenses em geral, estão entregues às inóspitas leis do “mercado”, isto é: que se fodam!

César Fraga As instituições públicas financiadoras e patrocinadoras da cultura, enquanto anunciantes, ignoram a imprensa especializada e alternativa de qualidade e ainda seguem o modelo compadrista e/ou de toma-lá-da-cá político. Falta é respeito com quem é sério.

Não fosse o Extra Classe ser mantido por uma entidade forte e representativa tb já teria sucumbido, apesar de ter bons anunciantes, porém da iniciativa privada, em grande maioria…

As agências de publicidade tb ignoram solenemente essas publicações, aliás, muitas vezes por ignorarem a fatia de público que elas atingem. Aliás, os mídias precisam rever seus conceitos sobre público e a abrangência da informação..

Glei Soares É lamentável tudo isso. Falam em democracia da informação mas liberam verbas para os companheiros, compadres e brothers (que até podem merecer) mas não são os únicos a fazerem arte, a se dedicarem à publicação de qualidade. Imprensa alternativa, prefiro chamar de complementar, nem chega comer na mão de agências, são simplesmente ignoradas, porque o mídia não tem como justificar para o cliente sobre o target, o perfil de público e outros blá, blá, blás. Quem deveria ter um olhar mais atento e fora do mercado privado, são os assessores e marketeiros públicos que detém a verba oficial e podem espraiar o incentivo. Sem a Aplauso e sem o Fala Brasil, por exemplo, aplaudimos menos e falamos menos do que se produz de bom por aqui. Então que façam uma LIC para este segmento de impressos. Editei o Jornal da ARI por um tempo, poucos se sensibilizaram e por pouco tempo. Agradeço ao Adroaldo Correa, que assessorava a prefeitura de Poa e tratava a todos os batalhadores, como os jornais de bairro com muita presteza e sensibilidade. Depois um tal de Valente cortou tudo e ainda foi falar mal do RRPP que me ajudava pro pres. da ARI (na época), que estávamos “enchendo o saco” porque queríamos a arte para veicular e tínhamos prazo para fechar o jornal. Cortou a renovação da verba e pronto. Pura retaliação da secretária deste Valente, um barbudo que nem sei onde anda. Era uns R$ 500 pilas por mês, quase empobrecia a prefeitura com esta verba. Mas pro Clube da Cidadania devia ter. É indignante certas coisas. Lidar com gente grossa e mal intencionada. Enquanto isso, eu e o meu parceiro, anonimamente, levantávamos nossas bandeiras nas ruas pela mudança, “sem medo de sermos felizes”, mesmo sem sermos filiados. Porque o momento exigia mudanças, mesmo.

Fala Brasil Cultura Acompanhei tua trajetória Glei Soares … Há muitos valentes de alma e consciência nesta terra… seguimos então!

Glei Soares Como tu, Rosane Scherer, incansável no Fala Brasil, não te mixa pra essa gente. Abração!


Luiz Costa de Moura É, Nilton Fernando, precisamos de mais gente lutando pela cultura, usando bem as verbas, governos preocupados com todos e não apenas com seus partidos, eleições, etc.

Leandro Facchini Nasi Sem comentários! Viajo muito pelo Brasil e percebo que o RS está regredindo em várias áreas. Já não resta muita coisa para com que se orgulhar da nossa Terra quando se compara com a situação de outros estados. Lamentável que um povo outrora de muito respeito termine por exterminar aos poucos a sua cultura.

Sirlei Taffarel é isso meu amigo! uma vergonha cultura nao tem voz e nem vez infelizmente.

Clovis Martinez REFLEXO DA BURRICE GALOPANTE QUE ASSOLA O NOSSO PAÍS.QUANDO FECHA JORNAL OU REVISTA ,QUE FALA DE CULTURA, E NINGUÉM SE MANIFESTA. CORROBORA A IGNORANCIA CORPORATIVA ATUANTE NO CÉREBRO DO NOSSO POVO!

Jerônimo Jardim O Juarez está certo; Mas eu vivo “gritando” por apoio à “Fala Brasil”, o nosso oásis cultural. Quem ouve? Talvez somente quem não tenha poder pra fazer algo…

Ana Rowe
Não conhecia estas duas publicações (Aplauso e Fala Brasil) e, pelo jeito, não vou conhecer… mas fiquei triste com esta “acusação” de que nós, os gauchos, não gostamos de cultura… Agora que quero voltar a ser gaucha?!

 

Zé Roberto Martins Lamento muito. Fui assinante da Aplauso quando ainda estava no RS. Ainda sinto muita falta. Mas os tempos estão difíceis e cultura infelizmente é produto supérfluo em nosso país. Aliás, escola pública hoje não consegue nem ao menos alfabetizar antes da 4ª série, quanto mais transmitir a mínima noção de cultura. Quanto à classe artística, realmente silenciam porque a Aplauso não é uma publicação de massa, não rende divulgação e mercado. Já os governos… que mediocridade está assolando o RS e Porto Alegre.

 

Ayrton Kanitz E o simpático, agradável, inteligente Instituto NT de Cultura (com um cineminha que é uma delícia), às vezes respira com ajuda de aparelhos.

Graça Garciapublicou emJuarez Fonseca
Quarta próximo a Porto Alegre
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Alexandre Niandra Generosi sou solidario com o fala brasil e reconheço o esforço da Roseana.. estamos juntos, e a Banda Municipal, esta peleando e não vai se entregar,.
Eduardo Quintian Gambona Isso que o povo gaúcho, como dizem as más linguas, ou boas, não sei ao certo, é um dos mais cultos do Brasil! O problema é que cultura em nosso país está jogada às traças, e nós aqui estamos no fim ou início do mundo, também não sei ao certo, mas aqui as coisas são mais difíceis também de acontecer e conquistar o resto do Brasil.

Gilnei Lima Lamentável dizer. Lamentável ter que admitir. Juarez, confesso que esta seria um das raríssimas vezes que adoraria te contrariar, mas não dá. Mas é fato que não há apoio para publicações que se dediquem ao fundamento de divulgar e registrar os feitos culturais. Se for moda ou life style, decoração e coisas menos interessantes como estas, certamente o espaço atrai muito mais. Até porque futilidades são coisas mais atraentes do que Cultura e seus valores. De certo modo, é direcionado para o público certo, porque de futilidades e seus diletos consumidores o mercado está cheio.

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Maria Ines Teixeira

Vamos divulgar o Fala Brasil Cultura, precisamos deste jornal circulando…contribuam, opinem…quem sabe encontraremos patrocinadores e interessados em usar espaços de publicidade que o jornal tem disponível.

Cláudio CP      Movimento Fala Brasil de Cultura

Se não me falha a memoria, o Fala Brasil Cultura, fala na minha historia faz tempo, e é aonde tem minha memória, nossa, é tudo. Sem o Fala, eu seria sem memória, sem memória eu não seria nada. E, EU AMO O Fala Brasil CulturaIsso é só um pouco de história, eu gostaria de falar pro pessoal do Fala, em especial pra Rosane, que sem o Fala, eu CALO.   Cláudio CP — em Centro Historico de Porto Alegre

Du Eduardo Toledo
Neste 22 anos de cultura Agradeço ao Movimento Fala Brasil Cultura
José De Oliveira Luiz
Que maravilha!!!!!!!!!!!!!! Parabéns. Adorei…
Splash Artes
Abrindo os olhos para a verdadeira cena cultural de Porto Alegre! Parabéns! ;D
aqui un jornal desde Porto Alegre, que también trabaja por amor al arte:Fala Brasil Cultura, mis respetos hacia ellos
amigos de Brasil, el jornal Fala Brasil Cultura de Porto Alegre, es un instrumento importante del Movimiento de Cultura Independiente, los invitamos a conocerlos!

Sergius Gonzaga Fala Brasil sempre me pareceu um milagre. Como era possível manter um jornal de cultura quase sem patrocínio – perguntava – mas ao conhecer a garra, o elan vital e a paixão de seus editores por aquilo que faziam e fazem, dei-me conta que esse milagre tinha uma explicação racional. Não é possível que Porto Alegre deixe desaparecer uma experiência desse porte.

Renato Zingano Velho compartilhou um link via Fala Brasil Cultura.

Amigos artistas e apreciadores da arte feita em nossas plagas !
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é muito importante, para quem ñ conhece o Fala Brasil, aconselho a fazê-lo, pois é um autêntico veiculo de informação, registro e divulgação de nossa cultura contemporânea.
  • Fala Brasil, tenho na memória, na minha história ao longo de mais de três décadas, de apaixonados trabalhos na cultura de Porto Alegre e do RS, dezenas de fatos que foram noticiados, valorizados, tiveram a atenção e o zêlo do pessoal do Fala Brasil, e forma muitas as aventuras e venturas..Sim a vida sempre apresenta momentos de desenvolvimento e outros de expectativas, dúvidas, em muitas outras temos que recuar, acalentar nosso sonho, revigorar as forças, acalmar e retomar o caminho. Pois nosso trabalho não é um modismo, um brinquedo de ocasião, é nossa opção de vida, poderia ser Engenharia, Medicina, Contabilidade, mas não, nossa alma é artista e arteira, nosso jeito desengonçado, ora triste outra engraçado, é por si só original, então amigos, todos, temos tantas necessidades urgentes, e quem sabe criemos algum jeito, projeto, burburinho para dar uma força para quem ao longo de muitos anos, nos ajudou com suas fotinhos, tijolinhos, entrevistas e tantas ações conjuntas pela nossa tão equecida cultura local, Fala Brasil, por favor não se Cale, no que algum dos meus fazeres puder ajudar, lá estarei…valeu – Jottagá Souza Gomes & Fróide Explica!

RENATO DEL CAMPÃO commented on Jornal quer circular – S.O.S Fala Brasil! … segunda fase: mais depoimentos chegando…

Incompreensível um jornal que tanto divulgou nossa arte,desprezado.Muito importante sua circulação!Vamos revitalizar tudo e que os apoiadores surjam!

JORGE VARGAS commented on Jornal quer circular – S.O.S Fala Brasil! … segunda fase: mais depoimentos chegando…

FALA BRASIL – um sopro de luz nos nossos Corações e Mentes!

Trabalho de coragem e dedicação como este não pode simplesmente deixar de existir!

Marcos Ungaretti Acho que a mentalidade que vigora e faz essa coisa andar, meio às avessas porque as coisas estão invertidas, é a mentalidade que revoluciona, que ilumina e mostra alternativas. Nunca havia prestado atenção no conteúdo do jornal e nem preciso ler as matérias para perceber no que ele se fundamenta. Vi essa matéria no meu mural e percebi que somos parceiros, pois compartilhamos ideais semelhantes. É isso: não precisa dinheiro, não que ele seja ruim, mas caráter é fundamental. Se juntar as duas coisas …

Rosa Groisman
Cultura, educação, em primeiro lugar, vida inteligente no planeta é o que precisamos Todos, incentivo e estímulo! Jornal Fala Brasil Cultura, traz ventos de arte que nos refrescam em cada edição…Viva!!!!!!

De Kako: Acabo de ler o que diz no link que encaminho …
Buenas, eu saí de Pelotas no final do ano de 1989, com a banda Procurado Vulgo. Chegando em POA começamos a tocar em vários lugares e começamos ser divulgados. Não demorou muito eu conheci a Rosane e consequentemente virei as páginas de um jornal que mostrava tudo o que acontecia na cultura da cidade. Este precioso veículo dos artistas está mais vivo do que nunca, só falta encontrarmos uma solução para AGORA.
Sei que depoimentos não colocam jornal na rua quem sabe um abaixo assinado dos artistas enviado diretamente para a cultura?
Estou ai para participar, pois quase todos os amigos artistas que tenho já figuraram nas páginas do FALA BRASIL. Só tenho a agradecer.
To junto !!!
Kako Xavier (músico)

FALA BRASIL: diz aí nosso jornal do coração! Valoroso e guerreiro veículo que há tempos vem divulgando nossa cultura e com a Rô Scherer fazendo o quê todo veículo devia fazer: levantar da cadeira e ir no show, sentir o clima e não só ficar fazendo ‘copia e cola’ de textos e fotos da internet. O Fala Brasil é o ar que a cultura porto alegrense respira: sem ele não podemos e não queremos ficar nunca!
Izabel L’Aryan e Airton Pimentel
SICOMRS/COOPERMÚSICA

Dulce Helfer Tbém sou admiradora. Não é mole um jornal independente e bom, como o Fala Brasil, estar presente tantos anos de maneira brilhante, por aqui. Hay q ter culhões…Parabéns pela persistência e coragem, amigos.

BossaNova En Argentina compartilhou sua foto.
Apoyamos la iniciativa del movimiento cultural independiente de Fala Brasil Cultura desde Porto Alegre-BR
“Amigos, alguém mais quer se pronunciar a respeito do Fala Brasil Cultura ?”

Francis Marchi Abril 16, 2013 às 7:07 pm #

Acompanho praticamente desde o início há 20 anos atrás o belo trabalho da jornalista Rosane Scherer e do seu Jornal Fala Brasil. Veículo independente sempre preocupado em divulgar a cena musical gaúcha. Tem 100% de credibilidade. Não pode parar. Tem que continuar.

ana paula mesquita scalabrin Abril 16, 2013 às 5:18 pm Edit #

O jornal Fala Brasil..hoje é um dos marcos históricos de Porto Alegre e sendo assim não pode deixar de existir jamais..adoro este jornal que sempre me coloca informada de noticias culturais de nosso portinho.vamos todos juntos se unir em prol da classe artística.

Nosly Marinho compartilhou a foto de Movimento Fala Brasil de Cultura.
Fala Brasil
Jornal de altissimo gabarito feito por quem abraça a cultura de verdade.
Vamos continuar apoiando essa idéia.
Vamo que Vamo!
Elaine Regina compartilhou a foto de Movimento Fala Brasil de Cultura.
Fala Brasil…compartilhe. agradeço.
Lisi Oleques compartilhou a foto de Movimento Fala Brasil de Cultura.
Caminhada virtual, não parece ser a solução. Vamos divulgar uma conta RO, para fazermos uma campanha e conseguirmos colocar o jornal nas ruas novamente!??

S.O.S Fala Brasil!

Jornal quer circular…

Trabalhar a ideia do Coletivo nas Ações é algo que incentivamos a quase duas décadas de circulação do Jornal Fala Brasil! 100% Cultura. Como editora do jornal e responsável pelo projeto criado em 1992, consciente da necessidade de mídia para os artistas locais, almejei que o Fala Brasil! Se tornasse um veículo de divulgação constante das ações culturais e artísticas, mas também um veículo de Opinião!

Idealizamos e desenvolvemos o projeto, a partir do entendimento de que Cultura é prioridade máxima para qualquer país. Segundo Edward B. Tylor – Cultura é… “aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade”. Concordo com ele… Isso inclui, portanto, uma grande importância para a Educação de qualidade que almejamos. Um país é o que sua Cultura representa. Não é uma visão de todos e sabíamos estarmos fadados a cumprir uma trajetória difícil. Por quê? Porque há que se ter paciência, persistência e memória das ações.

Penso ser necessário Falar toda verdade: Estamos em perigo!

O que mantém um Jornal gratuito circulando?
Determinação, colaboradores, conteúdo, apoio dos leitores e dos pontos de distribuição, anúncios, patrocínio.

Do que precisamos? Anúncios e patrocínios, continuidade do apoio, manutenção da adesão dos colaboradores.

E é com a ajuda de vocês que queremos conquistar isso. Mas não vamos escrever nossa história aqui no blog.

Vocês estão convidados a fazê-lo. – Escreva seu depoimento. Conte a sua história ou dê sua opinião de sobre o Fala Brasil! Podem “Curtir e “compartilhar nossas páginas no Facebook, demonstrando a outros que se importam com a permanência em circulação desse nosso veículo e com nosso trabalho e o trabalho de todos os artistas que seguem conosco essa trajetória.

É assim que Vencemos: Juntos!

Quem sabe com uma Atitude Coletiva consigamos que as instituições governamentais e privadas, bancos, empresários em geral, associações e sindicatos, etc., nos percebam, como você nos vê, como uma opção de mídia a ser pensada por agências de publicidade e gerências de comunicação, uma opção de investimento social.

Empresas e instituições que não investem na diversidade tendem a conformar a sociedade à própria imagem, uma única e esclerosada Fala. Parece simples, mas tem sido árdua a tarefa de generalizar a percepção disso! Somos persistentes, temos paciência e a memória das ações que ombreamos com muitos na área da cultura de nossa cidade nestes 18 anos. Então, é mesmo simples! Basta que uma porcentagem de recursos já existentes para publicidade anual seja destinada a essa finalidade cultural, à promoção da diversidade da expressão. Incluindo aí Projetos, Veículos, Patrocínios culturais…

Não há necessidade de novas leis. É uma questão de consciência social mesmo. Basta que o foco seja cumprido com honestidade e com regras justas: 5% ou 10% da verba de publicidade anual (da que já vem sendo investida, sem necessidades sequer de agregar valor novo) de bancos, governos, instituições, associações, sindicatos, empresariado. Simples assim. “Repartir o bolo feito por todos nós”, também com os veículos segmentados, comunitários e alternativos independentes, que publicam vozes outras e trilham caminhos
mais populares, possibilita manter canais de expressão e divulgação das culturas locais, amplia o universo pela diversidade e criatividade, alarga a democracia pavimentando o acesso da sociedade aos seus direitos de informação.

Queremos continuar fazendo um jornal livre, informativo, necessário na troca de saberes, para a Cultura em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, no Brasil a fora e além…

O Jornal Fala Brasil! é 100% Cultura. A totalidade de nossos colaboradores empresta grátis as contribuições regulares que publicamos nas diversas áreas, como parcerias.
E pergunto, se o jornal impresso é distribuído grátis, quem pagará a gráfica? São 24 páginas em cor – papel branco – impresso em rotativa – com corte e grampeado (investimos em qualidade); 10.000 exemplares mensais, distribuído gratuito nos espaços culturais de Porto Alegre/RS, e disponibilizado nas mídias sociais/web do Fala Brasil.

Olha só o Exemplo de anunciante que pode colaborar para nosso Fala: Prefeitura de Porto Alegre, Governo do Estado do RS, Assembleia Legislativa do Estado do RS, Zaffari, Opus Produções, Caixa Federal, Banrisul, Trensurb, Sesc/Senac, Fiergs, operadoras telefônicas, Sindicatos, Fundações e Associações, empresariados em geral… E mais quem possa e queira interessar-se em promover a diversidade da nossa cultura… E se alguém ainda quiser colaborar com verba de apoio, incentivo, patrocínios, coloco abaixo também uma conta do Fala Brasil!

Não é mais que minha obrigação. Vou continuar sendo honesta.

Caixa Federal – Fala Brasil Editora Jornalística
Agência 0453 – operação 003 – conta 2170-7
CNPJ: 09404034/0001.16  (jfalabrasil@hotmail.com)

Fala Brasil! 100% Cultura – divulga todas as áreas da arte e conta no expediente com:
Editora: Rosane Scherer
Colunistas/participantes: Affonso Romano de Sant’Anna, Adroaldo Bauer, Daniel Soares, Danúbio Gonçalves, Zé Augustho Marques, Pedro Mazzan e Jú Vieira. Layout/Arte de Marcos Porto. Apoiadores: Ieda Cabrera, Glórya Athanázio, Proletra Editora.

Rosane Scherer

Movimento Fala Brasil

A Cultura 100% Coletiva & Sustentável

jfalabrasil@hotmail.com

51. 3228.4382 / 9144.3426

http://www.falabrasilcultura.wordpress.com

http://www.zepoesia.blogspot.com

Facebook (1 e 2): Fala Brasil Cultura

HomePage Facebook:

Movimento Fala Brasil de Cultura

Twitter: @jfalabrasil

Canalhttp://www.youtube.com/movimentofalabrasil

 

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Fala Brasil! na Feira do Livro de Porto Alegre

No centro Prof Massaretti que estará dando um curso (música) no Museu Joaquim Felizardo

Luiz Coronel – Patrono da Feira

Zé Augustho e Rosane Morais

Uma coleção de livros memoráveis na barraca da Corag

Rui da Palmarinca, com o livro Xarqueadas, de Mazza Leite

Os colegas fotógrafos que se encontram todos os anos na Feira do Livro, a direita Miguel Costa que colabora com o Jornal Fala Brasil!     Ft Zé Augustho Marques

O Patineti, que queria sair correndo e eu não deixei… Grande Patí…   Ft Zé Augustho Marques

Olinda Alessandrini (pianista)

Zé e a “Anja” Jane

Café, no Santander Cultural

Café, no Santander Cultural – Fotos: Rosane Scherer

 

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O Pôr do Sol Hoje em Porto Alegre

Se pensar que nem tudo é restrito a entender, mas simplesmente a apreciar… LUZ…

Rosane Scherer

 

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TRIO FERNANDA KRÜGER APRESENTA DISCO DE ESTREIA

Foto: Rosane Scherer/FB

O Fernanda Krüger Trio faz o concerto gratuito de lançamento do seu primeiro CD no Auditório Luís Cosme, na Casa de Cultura Mario Quintana, no dia 15 de julho (domingo) às 19 horas. O show é promovido pela Discoteca Pública Natho Henn e apresenta as canções que fazem parte de repertório do trio nos sete anos de existência.

Com letra e música de Fernanda Krüger, o trio mescla nos arranjos a bagagem musical de cada um de seus integrantes. Desta fusão de personalidades surge uma sonoridade particular, cujo principal objetivo é ressaltar o universo implícito em cada composição.

Além de Fernanda Krüger, também responsável pela voz, vocais e pelos violões das gravações, o disco conta com Lucas Krüger no contrabaixo fretless e Luthiero Tacuatiá na bateria. Participam como convidados especiais no disco e no show de lançamento os músicos Christian Poffo (flauta transversa), Daniel Wolff (violão) e Sandro Souza (violino). A produção executiva é feita por Márcio Gobatto e a direção musical é de Veco Marques.

No sábado, 14 de julho, o Trio também faz show em São Leopoldo, às 20h no Teatro Municipal.

Show Fernanda Krüger Trio
Data: 15 de julho (domingo)
Horário: 19h
Local: Auditório Luis Cosme
Entrada Gratuita

Contato: Pedro Figueiredo 3221 7104

 

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Deprê … por Zé Augustho

Até o sol já está reclamando desta falta de humanidade … fotos: Rosane Scherer

A médica-psquiatra me disse que “eu estava com depressão”, com uma voz narrativa entre os polos da linguagem onde hoje em dia, tudo é matéria e matérico! Pois bem, eu que não sabia o que era ter a tal depressão, procurei voltar ao mundo pré-linguístico, representado pelo meu corpo. No meu pensamento a depressão é como um poema sem lastro, é uma procura de conexão com a matéria, pelo próprio tema que ela impõe-se, pela redundante e inexplicável abstração que se desenha a cada pingo d’água que deixei a torneira sem fechar direito. Meu esforço para torná-la uma obra de arte ou uma prosa antipoética, me torna um ser híbrido, entre a intuição de um insight literário, assinado pela heteronomia de uma bula do tamanho de um rolo de papel higiênico e, meu amadorismo redutor, de uma alma que escreve e assina com borrões de merda encagaçada… Acho mesmo que agora que a ficha caiu, que a gente vive uma vida ambivalente, com ou sem decoros parlamentares entre nossos sistemas neurotransmissores. E, eu estou louco para que chegue à noite, com o William Bonner e a Patricinha Poeta, me darem Boa Noite e despejarem, mais um monte de coisas lindas e maravilhosas que este País produz! Roubo, corrupção, gente na fila do SUS, esperando a morte chegar, o jogador que comeu o traveco e não pagou, um Cachoeira que é chefe de uma cachoeira de políticos e homens públicos, o Collor esbugalhando os olhos na sessão da CPIzza, o Lula fazendo visitinha pro Sarney, o telefone que não para de tocar, a “Copa” que vai ser a “melhor do mundo…” e, mais a puta que os pariu! Estou nas mãos da necessidade de desaparecer, como obra de arte Surrealista ou Dadaísta: esperando encontrar num milagreiro remédio qualquer, a antipoesia da cafeína, da pimozida, macrogol, do carisprodol, diclofenaco, cisax, paracetamol, ou uma boleta futurista, que me cure desse cárcere midiático, produzida pela doença do roubalheirol e seus sintomas de falta de valores, escoando pelos ralos da miséria visceral dessa gente podre…
E, boa DEPRÊ para todos!

Zé Augustho Marques

Mas sempre há uma luz lá na frente… e sabemos bem disso!

 

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Homenagem a todas as Mães do mundo

Para as mães de todo o mundo ofereço Rosas… fotos: Rosane Scherer

Abaixo dois textos que acho lindo, sob os aspectos de dois autores. Affonso Romano de Sant’Anna com sua crônica Antes que Elas Cresçam compartilhado com amigos …. e Caio Riter com Ser pai é bom demais. compartilhado pelo amigo Luis Ventura.

ANTES QUE ELAS CRESÇAM

Affonso Romano de Sant’Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços , os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal? Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins , cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento , com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães , às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route , bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens,, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam , mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

(O homem que conheceu o amor/Rocco, 1988)

De Luis Ventura:
Meu amigo Caio Riter me fez parar alguns instantes para ler, depois tempo mais longo para refletir, e um maior ainda para retornar das divagações e turbilhão de sentimentos despertados pela sua escrita. Grato a ele por expressar tão bem este nosso sentimento, mas que temos que ter a sensatez de reconhecer que o papel de MÃE é único, assim como o de PAI, mas esta um passo na nossa frente. E que tenhamos a sabedoria de não tentarmos nos igualar, mas sim completar…
Meu modesto PARABÉNS a todas as mães por simplesmente serem… MÃE.

Ser pai é bom demais.

Caio Riter

Houve um tempo em que eu acreditava que pais eram mães ou que, pelo menos, podiam ser. No sonho de ser pai, do qual eu me alimentava, sabia que homens e mulheres se tornam iguais no momento da concepção. Diferenças inexistiam, era o que pensava. Afinal, basta transitar pelas ruas de nossa cidade e encontraremos muitos pais em funções outrora essencialmente maternas: bebês no colo, mamadeiras em apronte, carrinhos que vão sendo guiados com delicadeza por másculas mãos, futuros sendo empurrados pelos balanços e carrosséis da vida, mãos seguras a guiar caminhos. Eu tinha essa certeza; a observação e o sentimento é que a gestavam em mim: pais e mães são indistintos na vida de um filho.

Assim, na minha fantasia, eu ia sonhando e me preparando para ser um pai-mãe. Homem repleto de maternidade. E como inexistem forças capazes de impedir que um sonho bem sonhado real se torne, virei pai. Coração explodindo em grávida expectativa.

Curti desde o primeiro instante aquela semente que crescia no ventre da mulher amada. Experiência repetida. Duas outras mulheres vindo ao mundo, frutos do nosso desejo. E ver aqueles rostinhos desprotegidos, alegres, brilho de afeto resplandecendo a cada carinho, a cada conquista, a cada despertar, sempre foi o presente maior. Fui, então, sendo — entre erros, acertos e tentativas — o que queria ser: pai.

Fui homem de acordar na madrugada ao chamado da palavra-mágica; fui homem de me deitar no chão, desprovido de qualquer ameaço de maturidade, para virar barco, cavalo ou outra coisa qualquer, vítima do desejo infantil daquelas que foram sonhadas por mim. Fui homem também de invenção de teatros, de criação de personagens, que iam povoando aqueles pequenos corações e a casa toda; fui homem de canções de ninar, de histórias de boca, inventadas ali mesmo no momento exato da contação; fui herói de afugentar terríveis insetos, monstros horrorosos, que suscitavam gritos e pedidos de proteção. Fui sendo pai do jeito que sabia e que julgava que um pai devia ser.

Mas jamais fui mãe.
Um pai, por mais que deseje, nunca será mãe. Só pai, no tudo de bom que um pai possa ser. Porém, apenas pai. Nada mais que pai.

Um pai, por mais pai que seja, não é mãe. A mulher que gera um outro ser dentro de si estabelece uma relação de cumplicidade que homem nenhum, por mais competente que seja em sua tarefa de amar incondicionalmente seus filhos, atingirá. Nós, os pais, durante a gestação, na verdade, ficamos de fora. Por mais que sejamos chamados a participar, por mais que queiramos gerar junto o bebê que se forma, estamos de fora. Somos parte exterior, um apêndice numa relação visceral. Um coadjuvante que, por mais importante que seja sua participação na trama, é apenas personagem secundário. Apenas o amigo do mocinho. Amigo que precisa descobrir seus modos de atuação, que precisa fazer-se necessário na urdidura da narrativa familiar, a fim de ser também fundamental parte na história daquele que vai tornando-se gente.

Mas jamais será mãe.
Não nutriu com sua vida a vida do outro, não partilhou com o outro toda a sua carga emotiva, não dormiu o outro no embalo do ritmo do seu coração. Não. E tudo isso antes mesmo do nascer.

As mães, esses seres com os quais estabelecemos uma relação eterna (quer para o bem, quer para o mal), estarão sempre, me parece, na dianteira de qualquer pai que se arvoreem mãe. Elas nutrem os filhos não apenas com seu sangue, mas também com suas alegrias, com suas tristezas, com suas certezas e hesitações. Mães alimentam seus rebentos com a própria vida.

Ser pai, é claro, tem lá sua força no crescer de um filho. É união eterna também. Mas não é sobre isso que falo. Falo de algo que vem de além do nascimento. Relação mágica, dupla, forte. Não sei se me entendem. Entretanto, é apenas isso: se ser pai é bom demais; ser mãe deve ser melhor ainda.

http://caioriter.blogspot.com.br/2012/05/cronica-ser-pai-e-bom-demais.html

*LuisVenturaFotografia* http://www.olhares.com/LuisVentura
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Momentos de silêncio total…

Dia 04.05/12 – Noite 05.05.12




Da janela do Fala Brasil!
Estar às margens da estrada
é viver caminhando…
Andar é ver além do horizonte,
Ver está além do olhar…
O que precisamos para viver?
Terra, água, ar e LUZ…

Rosane Scherer

 

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Da janela na madrugada….

Tinha que registrar: Da minha janela para o Cais Mauá, às 04h30 da manhã…
eheheheh dá vontade de dar uma mordida nesta Lua!!!
fotos: Rosane Scherer

 

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