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Dando continuidade à Coleção Mario Quintana para Infância, a produtora aprata lança dois novos títulos do poeta em Braille, fonte ampliada, CD e DVD, 23 de novembro, às 16 horas, na Casa de Cultura Mario Quintana (Mezanino, 2° andar).

Sapo Amarelo e Sapato Furado são destinados ao público infanto-juvenil com cegueira e baixa visão. Os livros completam a Coleção lançada em 2009 que conta também com O Batalhão das Letras, Pé de Pilão e Lili inventa o Mundo.
As publicações vêm acompanhadas de CDs com as narrações dos poemas e trilhas originais criadas por renomados músicos e artistas brasileiros. Além disso, traz também um DVD multimídia com dois livros digitais em formato flip para ser utilizado em sala de aula – uma ferramenta que amplia o acesso à obra do poeta -, fotografias de Dulce Helfer, ficha técnica da Coleção e um filme institucional do Grupo CEEE.

Braille Quintana – Coleção Mario Quintana para a Infância tem o patrocínio do Grupo CEEE, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, e é dirigido às crianças e jovens cegos do País.
Além da distribuição gratuita e dirigida às entidades que atendem deficientes visuais no Rio Grande do Sul e estudantes cadastrados, os livros também serão entregues gratuitamente em 27 bibliotecas públicas estaduais do país.
A Coleção Mario Quintana para a Infância reúne talentos de diferentes partes do Brasil, priorizando participações dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. O projeto revela a obra de Quintana através dos diferentes sentidos. Para compor os dois novos volumes, Leocádia Costa e Carolina Rios Pinto Costa, idealizadoras da proposta, convidaram nomes das letras, das artes e da música de grande destaque na cultura gaúcha e brasileira.
Composto por 65 poemas e prosas poéticas, Sapo Amarelo tem ilustrações de Daniel Bueno e design de Carol Grespan na versão impressa e trilha musical produzida por Waldemar Falcão. Waldemar produziu quatro canções com levadas de reggae, marcha-frevo, jazz, rock sinfônico, xaxado nordestino e moda de viola para o CD: Das Utopias, Teoria do Esquecimento, Madrigal Recusado e Tema de Quintana.
Participam também como arranjadores e músicos-intérpretes Monique Aragão e Fernando Gamma além das vozes de Gabriel Falcão, Úrsula Corona e Betina Graziani. A narração dos poemas de Sapo Amarelo também destacam as vozes de Mirna Spritzer, Sandra La Porta, Roseane Milani, Arthur Schreinert, Cleiton Echeveste, Juliano Canal e Morgana Rodrigues. Completando o time, o folclorista, pesquisador e escritor Paixão Côrtes narra Aquele Estranho Animal, poema de Quintana, a quem considera um talento universal.
Já o quinto volume da série, Sapato Furado foi ilustrado por Thais Ávila, tem design de Valdir Canado e trilha sonora composta pelo mineiro Fernando Brant, que criou a canção-tema do CD, Mario Quintana homenagem ao poeta Quintana com quem ele se encontrou pessoalmente em Porto Alegre. Em Mario Quintana a voz é de Tadeu Franco intérprete mineiro que iniciou sua carreira musical produzido pelo parceiro de Brant, Milton Nascimento. A produção da canção é de Robertinho Brant que também divide a composição com Fernando. A participação especial de Fernando Brant conta com a versão da crônica em que relata com sensibilidade e admiração seu encontro com o poeta na década de 90.
As narrações dos 29 poemas de Sapato Furado apresentam as vozes de Ricardo Silvestrin, Paulo Rosa, Cleiton Echeveste e Diogo Biazus. Diogo gravou um texto bastante informal contando suas memórias da época de guri junto ao poeta Quintana de quem é sobrinho-neto.
Faz parte da Coleção um material inédito com 26 vídeos-poemas que destacam às gravações dos narradores em Porto Alegre e Rio de Janeiro. Os depoimentos de Fernando Brant e Paixão Côrtes podem ser conferidos no site http://www.aprata.com.br
Informações à imprensa: Paola Coelho 51- 9331.2913 – paola@lupacomunica.com.br
Antônio Carlos Falcão – a trajetória de sua Maria Betânia
Os 30 anos da Maria Betânia de Antônio Carlos Falcão vão ganhar uma série de comemorações à altura da cantora e sua fiel escudeira gaúcha. Durante o mês de novembro, nos domingos, haverá shows com convidados de todas as épocas da vida da Betânia. O inquieto Falcão anuncia ainda um documentário intitulado Documentira, com roteiro assinado por ele mesmo. As comemorações se iniciaram no dia 13 de novembro, no Ocidente, onde tudo começou. Os demais shows acontecem nos domingos e quartas: 20 e 23 de novembro. Entre os convidados destacam-se Ângelo Primon, Boca Freire, Nei Lisboa, Sadi Homrich e quase todos que de uma forma ou de outra tiveram experiências com a personagem criada por Antônio Carlos Falcão.
Em cena uma grande cantora da MPB conta muitas passagens de sua vida. É Betânia, a personagem que nasceu em Bagé e tem que seguir a pé até Salvador, a cidade de todos os santos. Cantando e declamando versos, a personagem diverte e encanta não só pela semelhança com a cantora baiana Maria Bethânia Viana Telles Veloso, mas também pela ironia de desnudar o mito em torno de si.
A personagem Maria Betânia foi criada no início dos anos oitenta pelo ator Antônio Carlos Falcão, gaúcho de São Borja, admirador e fã da verdadeira Bethânia. Falcão começou sua carreira no final dos anos 70 em Porto Alegre. De tanto ouvir a cantora surgiu a personagem e as semelhanças no timbre e no gestual se aprofundaram com a paixão. Nas palavras de Falcão, “Betânia nasceu no banheiro, na cozinha… era cantada enquanto eu cozinhava ou no banho, como muita gente. Um dia veio o convite de um grupo de dança: eu cantaria ‘oração da Mãe Menininha’ e eles dançariam. Uma brincadeira que, ironicamente, acabou no palco”.
Mais que uma homenagem a Maria Bethânia Viana Telles Veloso, “A Doce Bárbara” é um exercício constante de improvisação de um jogo constante com o público que muitas vezes reage como se estivesse diante da própria Bethânia. Para isso é necessário aquecimento vocal e muita concentração. Falcão acredita que o ator deve desaparecer para que o personagem cresça e apareça. “Nossa viagem é buscar certas emoções da alma e do corpo para que a personagem surja sem pudor, tão real que pareça verdadeira. Aí está a loucura e a magia do teatro”, conclui Falcão. Além de ser uma homenagem à artista baiana, o espetáculo também é um tributo à Música Popular Brasileira, paixão do ator. Falcão diz ter sempre escutado MPB. “Gosto da nossa música e considero Maria Bethânia a maior intérprete brasileira, é uma grande cantora”. A influência da artista para a carreira de Falcão foi à própria criação da personagem Betânia.
Um dos pontos altos do espetáculo é a aparição de Chico Buarque numa imitação (ai sim este recurso é usado como tal) quase perfeita. Muitas vezes aplaudido em cena aberta quando os dois cantam juntos, Chico e Betânia interpretando Tatuagem. Outro momento hilário é a transmutação de Betânia em Nei Matogrosso. Entre uma história e uma canção, Falcão inclui fragmentos inspirados em Eduardo Galeano, Freud, e o poeta, escritor e psicanalista gaúcho Celso Gutfreind.
A Doce Bárbara sempre foi um espetáculo maleável: enquanto a história permanece inalterada, as músicas mudam a cada temporada, variante essa que acompanha a carreira da musa Maria Bethânia. O texto é do próprio Falcão que também dirige. Os figurinos são criados por Rô Cortinhas, renomada figurinista de Porto Alegre. Na concepção da luz, outra estrela dos palcos gaúchos, Marga Ferreira, uma das mais requisitadas iluminadoras do Brasil.
Eu e o personagem Maria Betânia – Por Nei Lisboa
Estive no palco com Antônio Carlos Falcão um sem-número de vezes, ao longo de alguns anos e milhares de quilômetros, tendo o prazer de contracenar ou simplesmente admirá-lo na pele de muitos personagens, todos genialmente interpretados e hilariantes. Mas com a Betânia, sempre e desde a primeira vez, algo de estranho e um tanto indefinível me acontece: simplesmente não aceito que seja ele. Posso tê-lo visto preparar-se para o show, vestir-se, maquiar-se, ensaiar o texto, nada disto adianta, quando aquela mulher sobe ao palco, me desculpem, mas é ela e mais ninguém quem está ali. Não poucas vezes me assustei ao vê-la entrar em cena, tanto pela preocupação de receber bem convidada tão ilustre quanto por me perguntar onde andaria o Falcão, que não aparecera.
Hoje em dia, entendo — porque os dois me ensinaram – que um figurino, uma peruca, uma ribalta e a verve afiada podem até produzir um transformismo, e muitos os há por aí. Mas só o canto, a interpretação, o encanto e o respeito pela personagem produzem magia. Respeito como todo o resto, que nunca faltou ao Falcão. E que, com todo o respeito, não é quem vai estar no palco hoje.
Ficha técnica:
Maria Betânia – Antônio Carlos Falcão
Guitarra – Daniel Nodari
Baixo – Aldo Ibanhos
Bateria – Cesar Audi
Violão de 7 – Alexandre Missel
Figurinos – Rô Cortinhas
Luz – Marga Ferreira
Direção, texto e roteiro – Antônio Carlos Falcão
Ingressos: 20 reais – no local na hora do espetáculo
Informações para a imprensa:
Bebê Baumgarten e Kellen Hoehr/ BD Divulgação
(51) 3028.4201 / 8111.8703
Nextel – 7814.2244 – ID 84*39184
bebebaumgarten@terra.com.br
http://www.bddivulgacao.com.br
Amigos:
Conhecemos recentemente o jornal Fala Brasil! e ficamos muito bem impressionados com a abrangência e o teor das matérias.
Lamentavelmente não circula por aqui, na Cavalhada.
Somos ativistas do Movimento Negro e estamos abrindo o projeto “Memória Musical Negra”, que visita peças ancestrais da produção musical afrobrasileira e popular, trazendo também compositores notáveis como Sinhô, Ismael Silva e Candeia, entre outros.
A mostra acontecerá na Livraria Cultura, dia 20 de novembro, às 16 h.
Anexamos convite e gostaríamos de contar com a presença de vocês.