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Arquivo da Categoria: diversão

“A Mão do Samba” de Otávio Segala

O Espaço Cultural 512 apresenta:
O Show “A Mão do Samba” de Otávio Segala.
Espaço Cultural 512 (Rua João Alfredo, 512 – Cidade Baixa – Porto Alegre, RS)

Dia 27.05, 21 hs
Mais informações sobre Otávio Segala, acesse: http://www.otaviosegala.com.br
Divulgação no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=PX7z5UYGUew

Foto: Arquivo artista

Sinopse

O show “Mão do Samba” do compositor, intérprete, instrumentista e arranjador Otávio Segala, no formato voz e violão tem 60 minutos de duração. No palco Segala apresentará 13 sambas de sua autoria e em parcerias com os compositores gaúchos Jerônimo Jardim, Sandro Dornelles, Paulo de Tarso Pereira, Clovis Itaquy, Renato Borba, Giovanni Mesquita, a música “Pandeiro de Prata”, do imortal Túlio Piva e 2 textos inéditos de Luis Fernando Veríssimo, que descrevem o nascimento, pseudomorte e o renascimento do samba. As músicas são trabalhadas com as variações rítmicas e influências dos sambistas e outros ritmos negros do sul e batizadas na digital de Otávio Segala.

Apresentação

As palavras de Luis Fernando Veríssimo descrevem o artista Otávio Segala: “Nada contra os roqueiros, mas aleluia. Finalmente um artista disposto a seguir a trilha da música popular brasileira. Otávio Segala não só identificou a trilha no meio de tantas pagadas falsas como vai por ela do seu próprio jeito, sem imitações ou saudosismo. O que distingue a estirpe não é o ritmo, é o gosto pela letra bem achada e melodia inteligente. Bendita Novidade!”

Em sua trajetória musical e dedicação à música popular brasileira como compositor, intérprete, instrumentista e arranjador, Otávio Segala tem dois CDs gravados, “A Bossa do Samba” em 2003 e “Mokambo” em 2008, ambos indicados como melhor CD do ano no Prêmio Açorianos de Música, tendo no segundo recebido também, a indicação de melhor compositor. Seu acervo musical está repleto de obras de excepcional qualidade. Já tocou em vários palcos no Brasil, Alemanha e Japão, onde morou por dois anos.

No palco Segala cria uma maneira única e completa de interpretação. Oferece as músicas interpretadas na poética da fala e musicalmente se expõe de maneira contundente com gestos corporais, através do violão percussivo, na interação com os músicos e numa conversa propriamente dita com o público, dando ao espetáculo a arte da prosa, do verso e da música.

Luís Fernando Veríssimo presenteia Otávio Segala com dois textos inéditos que descrevem o nascimento, a pseudomorte e renascimento do samba, para compor o seu mais novo projeto “A Mão do Samba”. Nesse projeto, Segala une nomes representativos da cultura literária e musical gaúcha através dos dois textos do Veríssimo e da seleção de 13 sambas inéditos, entre eles parcerias com os compositores Jerônimo Jardim, Sandro Dornelles, Mestre Darcy Alves, Clóvis Itaquy, Giovanni Mesquita, Renato Borba e Paulo de Tarso Pereira.

As músicas são batizadas na digital de Segala com as variações rítmicas e influências dos sambistas e outros ritmos negros do sul. O samba de Otávio Segala une o tradicional a sua própria concepção de novidade de música. Tem malemolência, é um samba culto, espontâneo. Começa formal, inverte e descamba para o inusitado com harmonia que se presta ao improviso. A poética não é solta, não é desvinculada de um tema. Seus sambas tanto podem ser arranjados com quarteto de cordas, como com cuíca, reco-reco e frigideira. Tem uma informação cultural imensa, com elementos de influências depuradas. Uma sonoridade personal. Não é mesmeiro, a assinatura é dele. Sua concepção é nova, está na forma sutil, variada de dedilhar o violão, que vai sendo modificado na harmonia de cada nota musical, sem tirar a idéia da composição original. O resultado disso é uma música contemporânea que não renega as raízes do samba e nem as raízes regionais gaúcha.

“A Mão do Samba” é contemporâneo e unificador da manifestação do samba gaúcho em suas variações rítmicas. Mantém a textura cultural e lúdica que traduz o brasileiro que habita aqui e fora do Brasil. Apresenta a tradição histórica e de vanguarda da brasilidade de Otávio Segala, permeando a atualidade econômica, política, sobretudo, social e de desenvolvimento da nossa cultura, como ela é deve ser: como referência de gerações passadas para as gerações novas, mantendo as bases da expressão de um povo de um país. Com isso, acredita-se que este projeto seja relevante e justificável para ser realizado, na medida em que estimula o fortalecimento da diversidade de expressão rítmica/literária e proporciona a divulgação de novos compositores e músicos, com a participação de renomados artistas, que nesse trabalho unem a música e a literatura numa só expressão.

“A Mão do Samba” de Otávio Segala é o Sul se abrasileirando e o Brasil se remetendo até o meridional subtropical.

 

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Da Minha Janela Vejo o Mundo…

 

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Cadica Danças & Ritmos apresenta SONHOS

 

PAR ou ÍMPAR ?

 

O Milagre do Pão, no Centro Cultural CEEE

 

Deprê … por Zé Augustho

Até o sol já está reclamando desta falta de humanidade … fotos: Rosane Scherer

A médica-psquiatra me disse que “eu estava com depressão”, com uma voz narrativa entre os polos da linguagem onde hoje em dia, tudo é matéria e matérico! Pois bem, eu que não sabia o que era ter a tal depressão, procurei voltar ao mundo pré-linguístico, representado pelo meu corpo. No meu pensamento a depressão é como um poema sem lastro, é uma procura de conexão com a matéria, pelo próprio tema que ela impõe-se, pela redundante e inexplicável abstração que se desenha a cada pingo d’água que deixei a torneira sem fechar direito. Meu esforço para torná-la uma obra de arte ou uma prosa antipoética, me torna um ser híbrido, entre a intuição de um insight literário, assinado pela heteronomia de uma bula do tamanho de um rolo de papel higiênico e, meu amadorismo redutor, de uma alma que escreve e assina com borrões de merda encagaçada… Acho mesmo que agora que a ficha caiu, que a gente vive uma vida ambivalente, com ou sem decoros parlamentares entre nossos sistemas neurotransmissores. E, eu estou louco para que chegue à noite, com o William Bonner e a Patricinha Poeta, me darem Boa Noite e despejarem, mais um monte de coisas lindas e maravilhosas que este País produz! Roubo, corrupção, gente na fila do SUS, esperando a morte chegar, o jogador que comeu o traveco e não pagou, um Cachoeira que é chefe de uma cachoeira de políticos e homens públicos, o Collor esbugalhando os olhos na sessão da CPIzza, o Lula fazendo visitinha pro Sarney, o telefone que não para de tocar, a “Copa” que vai ser a “melhor do mundo…” e, mais a puta que os pariu! Estou nas mãos da necessidade de desaparecer, como obra de arte Surrealista ou Dadaísta: esperando encontrar num milagreiro remédio qualquer, a antipoesia da cafeína, da pimozida, macrogol, do carisprodol, diclofenaco, cisax, paracetamol, ou uma boleta futurista, que me cure desse cárcere midiático, produzida pela doença do roubalheirol e seus sintomas de falta de valores, escoando pelos ralos da miséria visceral dessa gente podre…
E, boa DEPRÊ para todos!

Zé Augustho Marques

Mas sempre há uma luz lá na frente… e sabemos bem disso!

 

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A liberdade e A fortaleza do espírito


Liberdade…
Você pode estar entre 4 paredes, podes estar atras das grades de tua casa,
mas mesmo assim a beleza da natureza, invadirá as janelas…
Mesmo que o mundo lá fora esteja tão desumano
mantenha firme e forte a tua humanidade…
Porque sabemos bem, que o mais difícil é caminhar de cabeça erguida,
com a alma leve e com o espirito satisfeito…
Dormir e acordar sabendo que cada missão nesta nossa estada está sendo cumprida…
É bem mais fácil estar acomodado de boca fechada, que falar o que se pensa!

abraço amigo Rosane Scherer

Para um amigão especial…
<strong>A fortaleza do espírito
Desconhecido

Às vezes, parece que a vida não é mais do que um teste para nossa paciência e resistência.

Há dias em que a alegria já acorda em nossa companhia; e há dias em que levantamos sem ânimo, sem mesmo saber para quê, pois até a esperança de felicidade parece extinguir-se.

O cansaço e a desesperança atacam a todos, sem excepção; e há os que sucumbem e se rendem à vida, abandonando a luta e aceitando a derrota.

Que tu não sejas um destes e acordes, hoje, como um bravo; alguém a quem a vida, muitas vezes, não oferece nada, nem mesmo a esperança – mas que, mesmo assim, cerra os dentes, levanta, reage e luta!

Que acordes como um valente, de quem o destino pode tirar os sentidos e a respiração, mas não pode tirar a coragem.

Pois, se a vida nos testa, mostremos a ela que nosso corpo pode ser frágil, mas que nossa alma é de aço.

E que a espinha de um bravo verga, mas não quebra!

 

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O Espectador e a Câmara Escura

Planetário Professor José Baptista Pereira – UFRGS

Astronomia com Arte
Fotografia: História, Ciência e Arte
O Espectador e a Câmara Escura

Fotos: Zezé Carneiro
O Planetário da UFRGS em seu projeto Astronomia com Arte apresenta a exposição:
Fotografia: História , Ciência e Arte – O Espectador e a Câmara Escura, no Salão de exposições do Planetário na Av. Ipiranga 2000, esquina com a Ramiro Barcelos, de segundas a sextas-feiras, das 8h às 18h e aos domingos das 15h às 19h.
Criação e Montagem: Zezé Carneiro e Marcelo Cavalcanti da Silveira.
Consultoria científica da professora Maria Helena Steffani e apoio do Foto-Cine Clube Gaúcho.

Através de câmaras fotográficas de diversas épocas, mostra-se a história da Fotografia e apresenta-se diversas câmaras escuras, para a manipulação dos visitantes, que assim tem contato com o início da Fotografia e a imagem invertida.

A exposição fica no Planetário até dia 31 de maio de 2012.

 

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