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Arquivo da Categoria: Arte & Cultura

Lançamento MAIS – Movimento Artístico Integra Sul


Nos meses de setembro a dezembro de 2011, os fundadores do Movimento SOMA, coletivo cultural que atuou nas cidades do Rio de Janeiro e posteriormente em Porto Alegre, Neo One Eon e Grazi Calazans, fizeram uma turnê multicultural com o projeto Família a Bordo. Passaram por 51 cidades no total, todas nas regiões sul e sudeste do Brasil, além de Argentina e Uruguai. Desta forma, conheceram inúmeros agentes culturais, artistas e pessoas interessadas em cultura. Foram recebidos muito bem e com este contato pessoal, acabaram criando uma rede de contatos muito interessante onde as pessoas, principalmente nas cidades do interior, buscam maior diversidade cultural. Durante a viagem, tiveram a ideia de integrar estes pontos, criando uma rede de cultura, o MAIS – Movimento Artístico Integra Sul. Cinco meses se passaram depois da viagem e nesse tempo eles estiveram estruturando os conteúdos e as ideias para o lançamento desta rede cultural. Agora, dia 21 de maio – Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento – o MAIS toma forma e é lançado no portal http://www.integrasul.net. Lá será o centro de informações do Movimento, mas muitas ações presenciais serão agendadas em todas as cidades participantes e uma festa de lançamento na cidade de Sobradinho/RS – sede do primeiro CAIS – Centro de Atividades Integra Sul – acontecerá no dia 6 de junho, no Porão Pub, reunindo artistas e agentes culturais da região Centro Serra.

A proposta do MAIS é ser uma rede composta por artistas, produtores e apreciadores de cultura para fomentar as artes de forma prática, sustentável e colaborativa não havendo hierarquias ou instâncias, permitindo o acesso de todos ao conteúdo, às plataformas e aos contatos que a rede busca para realizar seus objetivos. Para se integrar a este movimento pela cultura independente, qualquer artista, ativista cultural, empresário ou empreendedor cultural, ou simples apreciador da cultura, pode entrar em contato pelo formulário disponibilizado no link http://integrasul.net/integre-se.

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MAIS – Movimento Artístico Integra Sul
http://www.twitter.com/maisintegrasul
http://www.facebook.com/maisintegrasul
http://www.integrasul.net

 

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Luciano Alves & convidados em especial Bob Dylan


Mais uma especial homenagem ao Poeta do Rock, aquele que inspirou/inspira todas as gerações!!

“Quando escutei LIKE A ROLLING STONE quis abandonar o ramo da música!” FRANK ZAPPA”

“Tinha Jimi Hendrix e Dylan. Nada mais.” NEIL YOUNG

“Só uma coisa me interessava nos Estados Unidos além do blues. Dylan!” ERIC CLAPTON

Luciano Alves – guitarra, violão, harmônica, voz
Tiago Dandrea – piano, hammond
Felipe Rangel – baixo
Marcelo Scherer – bateria

No Carlitus Bar – Av Getúlio Vargas, 94 – fone: 3226-9727

Luciano Alves
http://www.tramavirtual.com.br/lucianoalves1
http://www.myspace.com/lucianoalves

 

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“A Mão do Samba” de Otávio Segala

O Espaço Cultural 512 apresenta:
O Show “A Mão do Samba” de Otávio Segala.
Espaço Cultural 512 (Rua João Alfredo, 512 – Cidade Baixa – Porto Alegre, RS)

Dia 27.05, 21 hs
Mais informações sobre Otávio Segala, acesse: http://www.otaviosegala.com.br
Divulgação no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=PX7z5UYGUew

Foto: Arquivo artista

Sinopse

O show “Mão do Samba” do compositor, intérprete, instrumentista e arranjador Otávio Segala, no formato voz e violão tem 60 minutos de duração. No palco Segala apresentará 13 sambas de sua autoria e em parcerias com os compositores gaúchos Jerônimo Jardim, Sandro Dornelles, Paulo de Tarso Pereira, Clovis Itaquy, Renato Borba, Giovanni Mesquita, a música “Pandeiro de Prata”, do imortal Túlio Piva e 2 textos inéditos de Luis Fernando Veríssimo, que descrevem o nascimento, pseudomorte e o renascimento do samba. As músicas são trabalhadas com as variações rítmicas e influências dos sambistas e outros ritmos negros do sul e batizadas na digital de Otávio Segala.

Apresentação

As palavras de Luis Fernando Veríssimo descrevem o artista Otávio Segala: “Nada contra os roqueiros, mas aleluia. Finalmente um artista disposto a seguir a trilha da música popular brasileira. Otávio Segala não só identificou a trilha no meio de tantas pagadas falsas como vai por ela do seu próprio jeito, sem imitações ou saudosismo. O que distingue a estirpe não é o ritmo, é o gosto pela letra bem achada e melodia inteligente. Bendita Novidade!”

Em sua trajetória musical e dedicação à música popular brasileira como compositor, intérprete, instrumentista e arranjador, Otávio Segala tem dois CDs gravados, “A Bossa do Samba” em 2003 e “Mokambo” em 2008, ambos indicados como melhor CD do ano no Prêmio Açorianos de Música, tendo no segundo recebido também, a indicação de melhor compositor. Seu acervo musical está repleto de obras de excepcional qualidade. Já tocou em vários palcos no Brasil, Alemanha e Japão, onde morou por dois anos.

No palco Segala cria uma maneira única e completa de interpretação. Oferece as músicas interpretadas na poética da fala e musicalmente se expõe de maneira contundente com gestos corporais, através do violão percussivo, na interação com os músicos e numa conversa propriamente dita com o público, dando ao espetáculo a arte da prosa, do verso e da música.

Luís Fernando Veríssimo presenteia Otávio Segala com dois textos inéditos que descrevem o nascimento, a pseudomorte e renascimento do samba, para compor o seu mais novo projeto “A Mão do Samba”. Nesse projeto, Segala une nomes representativos da cultura literária e musical gaúcha através dos dois textos do Veríssimo e da seleção de 13 sambas inéditos, entre eles parcerias com os compositores Jerônimo Jardim, Sandro Dornelles, Mestre Darcy Alves, Clóvis Itaquy, Giovanni Mesquita, Renato Borba e Paulo de Tarso Pereira.

As músicas são batizadas na digital de Segala com as variações rítmicas e influências dos sambistas e outros ritmos negros do sul. O samba de Otávio Segala une o tradicional a sua própria concepção de novidade de música. Tem malemolência, é um samba culto, espontâneo. Começa formal, inverte e descamba para o inusitado com harmonia que se presta ao improviso. A poética não é solta, não é desvinculada de um tema. Seus sambas tanto podem ser arranjados com quarteto de cordas, como com cuíca, reco-reco e frigideira. Tem uma informação cultural imensa, com elementos de influências depuradas. Uma sonoridade personal. Não é mesmeiro, a assinatura é dele. Sua concepção é nova, está na forma sutil, variada de dedilhar o violão, que vai sendo modificado na harmonia de cada nota musical, sem tirar a idéia da composição original. O resultado disso é uma música contemporânea que não renega as raízes do samba e nem as raízes regionais gaúcha.

“A Mão do Samba” é contemporâneo e unificador da manifestação do samba gaúcho em suas variações rítmicas. Mantém a textura cultural e lúdica que traduz o brasileiro que habita aqui e fora do Brasil. Apresenta a tradição histórica e de vanguarda da brasilidade de Otávio Segala, permeando a atualidade econômica, política, sobretudo, social e de desenvolvimento da nossa cultura, como ela é deve ser: como referência de gerações passadas para as gerações novas, mantendo as bases da expressão de um povo de um país. Com isso, acredita-se que este projeto seja relevante e justificável para ser realizado, na medida em que estimula o fortalecimento da diversidade de expressão rítmica/literária e proporciona a divulgação de novos compositores e músicos, com a participação de renomados artistas, que nesse trabalho unem a música e a literatura numa só expressão.

“A Mão do Samba” de Otávio Segala é o Sul se abrasileirando e o Brasil se remetendo até o meridional subtropical.

 

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Da Minha Janela Vejo o Mundo…

 

História: Getúlio Vargas

 

Luiz Vianna no Happy Hour da Maomé

 

Cadica Danças & Ritmos apresenta SONHOS

 

PAR ou ÍMPAR ?

 

O Milagre do Pão, no Centro Cultural CEEE

 

Deprê … por Zé Augustho

Até o sol já está reclamando desta falta de humanidade … fotos: Rosane Scherer

A médica-psquiatra me disse que “eu estava com depressão”, com uma voz narrativa entre os polos da linguagem onde hoje em dia, tudo é matéria e matérico! Pois bem, eu que não sabia o que era ter a tal depressão, procurei voltar ao mundo pré-linguístico, representado pelo meu corpo. No meu pensamento a depressão é como um poema sem lastro, é uma procura de conexão com a matéria, pelo próprio tema que ela impõe-se, pela redundante e inexplicável abstração que se desenha a cada pingo d’água que deixei a torneira sem fechar direito. Meu esforço para torná-la uma obra de arte ou uma prosa antipoética, me torna um ser híbrido, entre a intuição de um insight literário, assinado pela heteronomia de uma bula do tamanho de um rolo de papel higiênico e, meu amadorismo redutor, de uma alma que escreve e assina com borrões de merda encagaçada… Acho mesmo que agora que a ficha caiu, que a gente vive uma vida ambivalente, com ou sem decoros parlamentares entre nossos sistemas neurotransmissores. E, eu estou louco para que chegue à noite, com o William Bonner e a Patricinha Poeta, me darem Boa Noite e despejarem, mais um monte de coisas lindas e maravilhosas que este País produz! Roubo, corrupção, gente na fila do SUS, esperando a morte chegar, o jogador que comeu o traveco e não pagou, um Cachoeira que é chefe de uma cachoeira de políticos e homens públicos, o Collor esbugalhando os olhos na sessão da CPIzza, o Lula fazendo visitinha pro Sarney, o telefone que não para de tocar, a “Copa” que vai ser a “melhor do mundo…” e, mais a puta que os pariu! Estou nas mãos da necessidade de desaparecer, como obra de arte Surrealista ou Dadaísta: esperando encontrar num milagreiro remédio qualquer, a antipoesia da cafeína, da pimozida, macrogol, do carisprodol, diclofenaco, cisax, paracetamol, ou uma boleta futurista, que me cure desse cárcere midiático, produzida pela doença do roubalheirol e seus sintomas de falta de valores, escoando pelos ralos da miséria visceral dessa gente podre…
E, boa DEPRÊ para todos!

Zé Augustho Marques

Mas sempre há uma luz lá na frente… e sabemos bem disso!

 

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