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Arquivo da Categoria: agenda cultural

em porto alegre e estado

Deprê … por Zé Augustho

Até o sol já está reclamando desta falta de humanidade … fotos: Rosane Scherer

A médica-psquiatra me disse que “eu estava com depressão”, com uma voz narrativa entre os polos da linguagem onde hoje em dia, tudo é matéria e matérico! Pois bem, eu que não sabia o que era ter a tal depressão, procurei voltar ao mundo pré-linguístico, representado pelo meu corpo. No meu pensamento a depressão é como um poema sem lastro, é uma procura de conexão com a matéria, pelo próprio tema que ela impõe-se, pela redundante e inexplicável abstração que se desenha a cada pingo d’água que deixei a torneira sem fechar direito. Meu esforço para torná-la uma obra de arte ou uma prosa antipoética, me torna um ser híbrido, entre a intuição de um insight literário, assinado pela heteronomia de uma bula do tamanho de um rolo de papel higiênico e, meu amadorismo redutor, de uma alma que escreve e assina com borrões de merda encagaçada… Acho mesmo que agora que a ficha caiu, que a gente vive uma vida ambivalente, com ou sem decoros parlamentares entre nossos sistemas neurotransmissores. E, eu estou louco para que chegue à noite, com o William Bonner e a Patricinha Poeta, me darem Boa Noite e despejarem, mais um monte de coisas lindas e maravilhosas que este País produz! Roubo, corrupção, gente na fila do SUS, esperando a morte chegar, o jogador que comeu o traveco e não pagou, um Cachoeira que é chefe de uma cachoeira de políticos e homens públicos, o Collor esbugalhando os olhos na sessão da CPIzza, o Lula fazendo visitinha pro Sarney, o telefone que não para de tocar, a “Copa” que vai ser a “melhor do mundo…” e, mais a puta que os pariu! Estou nas mãos da necessidade de desaparecer, como obra de arte Surrealista ou Dadaísta: esperando encontrar num milagreiro remédio qualquer, a antipoesia da cafeína, da pimozida, macrogol, do carisprodol, diclofenaco, cisax, paracetamol, ou uma boleta futurista, que me cure desse cárcere midiático, produzida pela doença do roubalheirol e seus sintomas de falta de valores, escoando pelos ralos da miséria visceral dessa gente podre…
E, boa DEPRÊ para todos!

Zé Augustho Marques

Mas sempre há uma luz lá na frente… e sabemos bem disso!

 

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A liberdade e A fortaleza do espírito


Liberdade…
Você pode estar entre 4 paredes, podes estar atras das grades de tua casa,
mas mesmo assim a beleza da natureza, invadirá as janelas…
Mesmo que o mundo lá fora esteja tão desumano
mantenha firme e forte a tua humanidade…
Porque sabemos bem, que o mais difícil é caminhar de cabeça erguida,
com a alma leve e com o espirito satisfeito…
Dormir e acordar sabendo que cada missão nesta nossa estada está sendo cumprida…
É bem mais fácil estar acomodado de boca fechada, que falar o que se pensa!

abraço amigo Rosane Scherer

Para um amigão especial…
<strong>A fortaleza do espírito
Desconhecido

Às vezes, parece que a vida não é mais do que um teste para nossa paciência e resistência.

Há dias em que a alegria já acorda em nossa companhia; e há dias em que levantamos sem ânimo, sem mesmo saber para quê, pois até a esperança de felicidade parece extinguir-se.

O cansaço e a desesperança atacam a todos, sem excepção; e há os que sucumbem e se rendem à vida, abandonando a luta e aceitando a derrota.

Que tu não sejas um destes e acordes, hoje, como um bravo; alguém a quem a vida, muitas vezes, não oferece nada, nem mesmo a esperança – mas que, mesmo assim, cerra os dentes, levanta, reage e luta!

Que acordes como um valente, de quem o destino pode tirar os sentidos e a respiração, mas não pode tirar a coragem.

Pois, se a vida nos testa, mostremos a ela que nosso corpo pode ser frágil, mas que nossa alma é de aço.

E que a espinha de um bravo verga, mas não quebra!

 

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O Espectador e a Câmara Escura

Planetário Professor José Baptista Pereira – UFRGS

Astronomia com Arte
Fotografia: História, Ciência e Arte
O Espectador e a Câmara Escura

Fotos: Zezé Carneiro
O Planetário da UFRGS em seu projeto Astronomia com Arte apresenta a exposição:
Fotografia: História , Ciência e Arte – O Espectador e a Câmara Escura, no Salão de exposições do Planetário na Av. Ipiranga 2000, esquina com a Ramiro Barcelos, de segundas a sextas-feiras, das 8h às 18h e aos domingos das 15h às 19h.
Criação e Montagem: Zezé Carneiro e Marcelo Cavalcanti da Silveira.
Consultoria científica da professora Maria Helena Steffani e apoio do Foto-Cine Clube Gaúcho.

Através de câmaras fotográficas de diversas épocas, mostra-se a história da Fotografia e apresenta-se diversas câmaras escuras, para a manipulação dos visitantes, que assim tem contato com o início da Fotografia e a imagem invertida.

A exposição fica no Planetário até dia 31 de maio de 2012.

 

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Homenagem a todas as Mães do mundo

Para as mães de todo o mundo ofereço Rosas… fotos: Rosane Scherer

Abaixo dois textos que acho lindo, sob os aspectos de dois autores. Affonso Romano de Sant’Anna com sua crônica Antes que Elas Cresçam compartilhado com amigos …. e Caio Riter com Ser pai é bom demais. compartilhado pelo amigo Luis Ventura.

ANTES QUE ELAS CRESÇAM

Affonso Romano de Sant’Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços , os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal? Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins , cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento , com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães , às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route , bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens,, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam , mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

(O homem que conheceu o amor/Rocco, 1988)

De Luis Ventura:
Meu amigo Caio Riter me fez parar alguns instantes para ler, depois tempo mais longo para refletir, e um maior ainda para retornar das divagações e turbilhão de sentimentos despertados pela sua escrita. Grato a ele por expressar tão bem este nosso sentimento, mas que temos que ter a sensatez de reconhecer que o papel de MÃE é único, assim como o de PAI, mas esta um passo na nossa frente. E que tenhamos a sabedoria de não tentarmos nos igualar, mas sim completar…
Meu modesto PARABÉNS a todas as mães por simplesmente serem… MÃE.

Ser pai é bom demais.

Caio Riter

Houve um tempo em que eu acreditava que pais eram mães ou que, pelo menos, podiam ser. No sonho de ser pai, do qual eu me alimentava, sabia que homens e mulheres se tornam iguais no momento da concepção. Diferenças inexistiam, era o que pensava. Afinal, basta transitar pelas ruas de nossa cidade e encontraremos muitos pais em funções outrora essencialmente maternas: bebês no colo, mamadeiras em apronte, carrinhos que vão sendo guiados com delicadeza por másculas mãos, futuros sendo empurrados pelos balanços e carrosséis da vida, mãos seguras a guiar caminhos. Eu tinha essa certeza; a observação e o sentimento é que a gestavam em mim: pais e mães são indistintos na vida de um filho.

Assim, na minha fantasia, eu ia sonhando e me preparando para ser um pai-mãe. Homem repleto de maternidade. E como inexistem forças capazes de impedir que um sonho bem sonhado real se torne, virei pai. Coração explodindo em grávida expectativa.

Curti desde o primeiro instante aquela semente que crescia no ventre da mulher amada. Experiência repetida. Duas outras mulheres vindo ao mundo, frutos do nosso desejo. E ver aqueles rostinhos desprotegidos, alegres, brilho de afeto resplandecendo a cada carinho, a cada conquista, a cada despertar, sempre foi o presente maior. Fui, então, sendo — entre erros, acertos e tentativas — o que queria ser: pai.

Fui homem de acordar na madrugada ao chamado da palavra-mágica; fui homem de me deitar no chão, desprovido de qualquer ameaço de maturidade, para virar barco, cavalo ou outra coisa qualquer, vítima do desejo infantil daquelas que foram sonhadas por mim. Fui homem também de invenção de teatros, de criação de personagens, que iam povoando aqueles pequenos corações e a casa toda; fui homem de canções de ninar, de histórias de boca, inventadas ali mesmo no momento exato da contação; fui herói de afugentar terríveis insetos, monstros horrorosos, que suscitavam gritos e pedidos de proteção. Fui sendo pai do jeito que sabia e que julgava que um pai devia ser.

Mas jamais fui mãe.
Um pai, por mais que deseje, nunca será mãe. Só pai, no tudo de bom que um pai possa ser. Porém, apenas pai. Nada mais que pai.

Um pai, por mais pai que seja, não é mãe. A mulher que gera um outro ser dentro de si estabelece uma relação de cumplicidade que homem nenhum, por mais competente que seja em sua tarefa de amar incondicionalmente seus filhos, atingirá. Nós, os pais, durante a gestação, na verdade, ficamos de fora. Por mais que sejamos chamados a participar, por mais que queiramos gerar junto o bebê que se forma, estamos de fora. Somos parte exterior, um apêndice numa relação visceral. Um coadjuvante que, por mais importante que seja sua participação na trama, é apenas personagem secundário. Apenas o amigo do mocinho. Amigo que precisa descobrir seus modos de atuação, que precisa fazer-se necessário na urdidura da narrativa familiar, a fim de ser também fundamental parte na história daquele que vai tornando-se gente.

Mas jamais será mãe.
Não nutriu com sua vida a vida do outro, não partilhou com o outro toda a sua carga emotiva, não dormiu o outro no embalo do ritmo do seu coração. Não. E tudo isso antes mesmo do nascer.

As mães, esses seres com os quais estabelecemos uma relação eterna (quer para o bem, quer para o mal), estarão sempre, me parece, na dianteira de qualquer pai que se arvoreem mãe. Elas nutrem os filhos não apenas com seu sangue, mas também com suas alegrias, com suas tristezas, com suas certezas e hesitações. Mães alimentam seus rebentos com a própria vida.

Ser pai, é claro, tem lá sua força no crescer de um filho. É união eterna também. Mas não é sobre isso que falo. Falo de algo que vem de além do nascimento. Relação mágica, dupla, forte. Não sei se me entendem. Entretanto, é apenas isso: se ser pai é bom demais; ser mãe deve ser melhor ainda.

http://caioriter.blogspot.com.br/2012/05/cronica-ser-pai-e-bom-demais.html

*LuisVenturaFotografia* http://www.olhares.com/LuisVentura
“Fotografar, é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração.”
(Henri Cartier-Bresson )


Movimento Fala Brasil
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Noite da Andaluzia – Flamenco

 

Fotos do Prêmio Açorianos de Música

Evento realizado dia 9 de maio/12 no Theatro São Pedro em Porto Alegre.
Filipe Catto foi destaque na noite
Cantando Elis: Dudu Sperb, Serginho Moah e Juliano Barreto
Cantando Elis: Loma, Adriana Deffenti e Ana Lonardi
A simpatia de Ronaldo Bastos…
Rosane FB e Kleinton Ramil
entre eles, Delacroix, Mimmo, Carol, Richard, Primom
Ilton Carangacci, Daniel Soares e Juliano Cortuah
Homenagem a Plauto Cruz
Homenagem aos 25 anos da Banda Apocalypse
Público no Theatro São Pedro
Público no Theatro

A cobertura fotográfica completa está em 3 albuns de fotos em nosso facebook: Fala Brasil Cultura
E na próxima edição impresso do Jornal Fala Brasil! A Cultura 100% Coletiva & Sustentável
Divulguem, compartilhem e repassem aos amigos.
Fotos livres para divulgação com o crédito.

 

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O Prêmio Açorianos de Música foi uma grande festa coletiva

… em breve estaremos colocando as fotos da cobertura do evento em nossa facebook: Fala Brasil Cultura e Movimento Fala Brasil.

Filipe Catto se destaca no Prêmio Açorianos de Música
Intérprete conquistou Disco do Ano e mais dois troféus em premiação no Theatro São Pedro
Foto: Rosane Scherer/FB
A noite do Prêmio Açorianos de Música, realizada nesta quarta-feira no Theatro São Pedro, foi de homenagens significativas a músicos vivos como Plauto Cruz, Luiz Carlos Borges, Banda Apocalypse, Conjunto Farroupilha e outros, além dos inesquecíveis como Elis Regina, pelos 30 anos sem ela. Mas também foi feito o reconhecimento à nova geração de intérpretes no Rio Grande do Sul com o prêmio de Disco do Ano em 2011 para o cantor Filipe Catto pelo álbum “Fôlego”, que recebeu também o prêmio de Melhor Intérprete e Melhor Disco na categoria MPB.

A cerimônia teve duração de duas horas e meia e foi encerrada perto da 0h. “Estou literalmente sem fôlego. Cheguei agora na música e estou ganhando este prêmio por um projeto que mudou minha vida, concorrendo com pessoas que são minhas referências”, celebrou um emocionado Filipe Catto, que havia recebido o Prêmio Revelação há dois anos no mesmo Açorianos de Música.

Confira a lista completa dos premiados:

DISCO DO ANO
“Fôlego”, de Filipe Catto

CATEGORIA DVD
“Bloco na Rua” de Papas da Língua

CATEGORIA ESPETÁCULO
“Tãn Tãngo” de Hique Gomez

CATEGORIA DISCO INFANTIL
“Canções do Livro das Crianças Perdidas” de Cláudio Levitan

CATEGORIA ARRANJADOR
Angelo Primon e Richard Serraria por “Pampa Esquema Novo” de Richard Serraria

CATEGORIA PRODUTOR MUSICAL
Beto Callage e Carlos Badia por “Goodnight Kiss” de Delicatessen

CATEGORIA PROJETO GRÁFICO
Gustavo Demarchi por “The 25th Anniversary Box Set” de Apocalypse

CATEGORIA REVELAÇÃO
Sinuca de Bico por “Tá Todo Mundo Errado, Menos Eu”

HOMENAGEADO DO ANO
Conjunto Farroupilha pelo conjunto da obra

MENÇÕES ESPECIAIS
Banda Apocalypse – 25 anos
Galpão Crioulo – 30 anos
Luiz Carlos Borges – 50 anos de carreira
Luiz Osvaldo Leite – Representatividade histórica musical
Plauto Cruz – 60 anos de carreira

VENCEDORES POR CATEGORIAS

Gênero Regional

Compositor
– Airton Pimentel por “Léguas de Milongas”

Intérprete
– Joca Martins por “25 Anos”

Instrumentista
– Lucio Yanel por “Folclore Argentino”

Disco
– “# Buenas_2” de Buenas e M’espalho

Gênero Pop

Compositor
Tonho Crocco por “O Lado Brilhante da Lua”

Intérprete
Ana Krüger por “Goodnight Kiss” de Delicatessen

Instrumentista
Gambona por “Bourbon Blues” de Gambona e Ale Ravanello

Disco
“O Lado Brilhante da Lua” de Tonho Crocco

Gênero MPB

Compositor
Jerônimo Jardim por “De Viva Voz”

Intérprete
Filipe Catto por “Fôlego”

Instrumentista
Maurício Nader por “Tá Todo Mundo Errado, Menos Eu” de Sinuca de Bico

Disco
“Fôlego” de Filipe Catto

Gênero Instrumental

Compositor
Paulinho Supekovia por “Imagens”

Instrumentista
Adolfo Almeida Jr por “Música Pra Ouvir Sentado” de Arthur de Faria e Seu Conjunto

Disco
“Imagens” de Paulinho Supekovia

Gênero Erudito

Compositor
Vagner Cunha por “Mahavidyas”

Intérprete
Fernando Cordella por “Cravos, de Frescobaldi a Mozart”

Instrumentista
Cristina Capparelli e Ney Fialkow por “Mahavidyas” de Vagner Cunha

Disco
“Mahavidyas” de Vagner Cunha

Fonte: Luiz Gonzaga Lopes/Correio do Povo

 

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Torneio Aberto de Xadrez

 

2ª Mostra de Teatro Espírita


A Cia Hariboll promove no mês de Julho, do dia 20 a 22, de sexta a domingo, a 2ª Mostra de Teatro Espírita.
A programação conta com cinco espetáculos produzidos pela Cia, entre eles Paulo e Estevão, adaptação da obra de Chico Xavier, Caminhos que Cruzei amigos que encontrei, espetáculo espírita de maior tempo em cartaz do sul do País e a infantil: A menina que não sabia rezar.
Programação:
20/07-Paulo e Estevão: 21hs
21/07- A menina que não sabia rezar-16hs
21/07- Uma Vovó no Além- 18.30hs
21/07-Caminhos que Cruzei, Amigos que encontrei-21hs
22/07- A menina que não sabia rezar – 16hs
22/07- Entrevista com Espíritos – 18.30hs
* Espetáculos escritos e dirigidos por: Luis Carlos Pretto

Ingressos antecipados: (A partir de 1º junho)
Banca Folhetim: Rua Jacinto Gomes, esquina com a Av. Venâncio Aires f: 33352737
Secretaria Instituto Espírita Dias da Cruz: Av. Azenha nº 366 f: 32231938
Valor: R$ 20,00 Inteira/ R$ 10,00 Clube do Assinante ZH/Sêniors

Ingressos no local: (Uma hora antes de cada peça)
Valor: R$ 25,00 Inteira/R$ 20,00 Clube ZH/Estudante/R$ 12,50 (Sêniors/Estudantes até 15 anos)

Você também pode adquirir:
*Passaporte para todos os espetáculos com 60% de desconto
*Meia entrada para grupos a partir de 15 pessoas

* Contato pelo fone: 91867419/84146380

Maiores informações:
http://www.hariboll.yolasite.com
http://www.ciaharibollteatro.blogspot.com
Luis Carlos Pretto
Diretor Teatral -DRT 6723/RS
F: (51) 91867419/84146380

 

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III Congresso Internacional de Leitura e Literatura Infantil e Juvenil

III Congresso Internacional de Leitura e Literatura Infantil e Juvenil – II Fórum Latino-Americano de Pesquisadores de Leitura
Coordenação: Vera Teixeira de Aguiar

Público-alvo:
Professores, pesquisadores, especialistas e estudantes de letras e áreas afins.

Programação:
Quarta, 9 de maio de 2012
14h – 15h30 Palestra de Abertura
Pesquisa na literatura; planejamento da cultura: rumos possíveis, rumos caducos, novos rumos?
Elias José Torres Feijó (Universidade de Santiago de Compostela)

15h30 – 16h Intervalo

16h – 17h30 Grupos de Reflexão (círculos de debates temáticos com moderadores)
1 – Novas tecnologias e a leitura
2 – Corpo e voz no ato de leitura
3 – Livro infantil na pré-escola
4 – Adolescente e a literatura
5 – Políticas municipais de leitura
6 – Bibliotecas públicas escolares e comunitárias
7 – Estratégias de leitura
8 – A escrita como prática de leitura
9 – Linguagens de imagem: cinema, foto, pintura, quadrinhos
10 – Leitura da cidade, leitura do mundo

17h30 – 19h Atividades Culturais

19h30 – 21h Simpósios (apresentação de trabalhos com coordenadores)
1 – Leituras tecnológicas: novos suportes ao texto literário
2 – Performance poética e provocação ao leitor
3 – O corpo e a voz no ato da leitura: perspectivas históricas
4 – O Livro infantil antes da alfabetização: as primeiras leituras
5 – O adolescente e a literatura: performance crítica na cultura juvenil
6 – Políticas de leitura municipais e estaduais: relatos de experiência
7 – O jornalismo literário e a produção contemporânea
8 – Bibliotecas públicas, escolares e municipais: espaços midiáticos
9 – Intervenções literárias: estratégias de leitura
10 – A contação de histórias como performance
11 – Experiências de narrativas transmídia: uma avaliação
12 – Leitura de telenovela: fetiche e consumo

Quinta, 10 de maio de 2012

14h – 15h30 Mesa-Redonda:
Condições para a formação de mediadores de leitura
Laura Athie ou Luz Chapela (México)
Beatriz Robledo (Colombia)
Mediação: Rubén Perez-Buendía ( PUCR- Rio / Cátedra UNESCO)

15h30 – 16h Intervalo

16h – 17h30 Grupos de Reflexão (círculos debates temáticos com moderadores)
1 – Novas tecnologias e a leitura
2 – Corpo e voz no ato de leitura
3 – Livro infantil na pré-escola
4 – Adolescente e a literatura
5 – Políticas municipais de leitura
6 – Bibliotecas públicas escolares e comunitárias
7 – Estratégias de leitura
8 – A escrita como prática de leitura
9 – Linguagens de imagem: cinema, foto, pintura, quadrinhos
10 – Leitura da cidade, leitura do mundo

17h30 – 19h Atividades Culturais

19h30 – 21h Simpósios (apresentação de trabalho com coordenadores)
1 – Leituras tecnológicas: novos suportes ao texto literário
2 – Performance poética e provocação ao leitor
3 – O corpo e a voz no ato da leitura: perspectivas históricas
4 – O Livro infantil antes da alfabetização: as primeiras leituras
5 – O adolescente e a literatura: performance crítica na cultura juvenil
6 – Políticas de leitura municipais e estaduais: relatos de experiência
7 – O jornalismo literário e a produção contemporânea
8 – Bibliotecas públicas, escolares e municipais: espaços midiáticos
9 – Intervenções literárias: estratégias de leitura
10 – A contação de histórias como performance
11 – Experiências de narrativas transmídia: uma avaliação
12 – Leitura de telenovela: fetiche e consumo

Sexta, 11 de maio de 2012

14h – 15h30 Mesa-Redonda:
A leitura literária hoje
Carlos Reis (Universidade de Coimbra)
Affonso Romano de Sant’Anna (Escritor)


15h30 – 16h Intervalo

16h – 17h30 Sessão de Apresentação da Cátedra Unesco de Leitura

17h30 – 19h Atividades Culturais

19h30 – 21h Palestra de Encerramento
A Literatura Entre Escombros
José Castello (Escritor)

Cursos paralelos

Literatura e cultura: novas linhas de pesquisa e transferência de resultados (Pós – Graduação)
Local: sala do prédio 8 – a definir
Data: de 7 a 11 de maio de 2012
Carga horária: 15h/aula
Horário: das 8h30 às 11h30
Docente: Elias José Torres Feijó (Universidade de Santiago de Compostela)

Formação de Agentes de Leitura: novas práticas leitoras e nossa função (Graduação)
Local: sala do prédio 8 – a definir
Data: de 7 a 11 de maio de 2012
Carga horária: 15h/aula
Horário: das 8h30 às 11h30
Docentes: Nilza Rezende (Cátedra Unesco)
Jéferson Assumção (SEDAC- RS)

Início: 09/05/2012
Informações Gerais:
Unidade Promotora: Faculdade de Letras
Duração: 09/05/2012 – 11/05/2012
Carga horária: 20 horas/aula
Informações e inscrições:
Local: Prédio 40 – Sala 201
Horário: Segunda a sexta-feira – 8h às 20h
Site do evento: http://www.pucrs.br/eventos/leitura/

 

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